1a. Flávio Bolsonaro venceu o 1º turno das eleições presidenciais brasileiras e tem a eleição para presidente praticamente assegurada. A esquerda brasileira tem como candidato um Lula da Silva com 80 anos e que se candidatava pela 7ª vez. O sucesso "eterno" de Lula afogou o centrão brasileiro e atirou o país para a extrema-direita. Podemos elogiar o Brasil pela rapidez da contagem dos votos mas mais nada. Flávio Bolsonaro é o filho de um homem que está preso e que em tempos disse que a ditatura militar brasileira "devia ter matado mais gente, tipo a ditadura militar argentina". Mas hoje a direita na América Latina já não precisa de golpes de estado. Basta-lhe com enganar as pessoas e prometer o céu perante uma esquerda sem ideias novas.
1b. A Espanha vai a votos. Em Dezembro do corrente ano, portanto, a Espanha vai passar a ser governada por uma coligação PP-VOX, a exemplo do que já acontece nas seguintes comunidades autónomas: Andaluzia, Aragão, Castela e Leão e Extremadura. Santiago Abascal vai ser ministro de quê?
Em Espanha como no Brasil tudo vai ser decidido por quem não vota.
2. Teresa Nogueira Pinto é comentadora da SIC Notícias aos sábados onde semanalmente trucida a escritora Ana Bárbara Pedrosa. É militante do CHEGA e no governo-sombra deste partido enverga a pasta da "Cultura". Não concordo com quase nada do que ela diz. Mas reconheço a inteligência. Espanta-me a sua convivência (no CHEGA) com elementos como os Pedros, Pinto e Frazão. Será cálculo.
Heidegger foi militante do partido nazi.
3. Preocupa-me é o jogo da próxima sexta em Braga. A selecção? Está bem entregue, é não mexer.
4. Repito o que já disse: o domínio de Demi Vollering no ciclismo feminino (vidé Europeu este sábado) é mais "humano" do que o de Pogacar no ciclismo masculino. Vence quase sempre mas sofre para vencer.
5. "E eu vos dei uma terra em que não trabalhastes, e cidades que não edificastes, e habitais nelas e comeis das vinhas e dos olivais que não plantastes!" Livro de Josué, 24:13.
