domingo, 23 de agosto de 2015

Rushmore - 1998.








Wes Anderson  procurou reconhecimento nos últimos filmes, “Moonrise Kingdom” e “Grand Budapest Hotel”. Mas a sua aventura começou a ganhar asas com “Rushmore”, em1998, com argumento seu e do wedding crasher Owen Wilson. Há um colégio americano onde Jason Schwartzman, com 18 anos a fazer de 15, faz de tudo mesmo tudo excepto estudar. O professor fixe é Bill Murray – a criar a sua imagem alternativa, sedimentada depois com “Lost in Translation” – e a professora nova de quem todos gostam é Olivia Williams. O DVD estava há anos por ver na estante. E vê-lo depois dos outros filmes corta todas as surpresas. Os diálogos são deliciosamente alternativos, Schwartzman aterrou no mundo dos filmes com estrondo e na realidade é o motor do filme, recomendo a posteriori a série “Bored to Death”. Bill Murray gets the girl, os truques de Wes Anderson – primeiros planos, odd music, etc. – levam bem o filme até ao fim. Uma excelente comédia, um excelente filme. Sorri imenso, e gostei. Claro que este visionamento retrospectivo atrapalhou a pedida superadesão. E porque não rir, como por ex., em “Bridesmaids” ? Rir é out? 

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